segunda-feira, 22 de julho de 2013

Diário da Cintura - Capítulo I: Comprando uma Cintura

Diário da Cintura - Capítulo I
Comprando uma Cintura

Rio de Janeiro, 17 de julho de 2013.

Primeiros complexos: Pernas finas
Ah, os complexos que a gente tem com o nosso corpo desde que começa a ter consciência corporal...
Lembro exatamente do dia em que percebi que a saia pregueada ficava muito mais bonitinha na coleguinha de escola com pernocas grossas do que em mim, com meus cambitos. E quando percebi que tinha perna fina, essa se tornou minha obssessão e motivo de angústia por muitos e muitos anos.
Não adiantava malhar, ou tentar engordar - sim, eu fui uma daquelas malas que ficavam reclamando que não conseguiam engordar e que comia como um elefante obeso para tentar colocar mais um pouco de carne no esqueleto - minhas pernas não engrossaram só porque eu quis.

(crédito da imagem para Bia Para para Falar de Moda)

Hoje, 15 anos depois do meu ápice de insegurança corporal, posso dizer que minhas pernas estão um pouco mais grossas. Nada como uma Adriana Bombom, ou uma Viviane Araújo. Nem mesmo acho que posso classificar minhas pernas de "grossas", mas elas estão significativamente maiores do que eram quando comecei a namorar meu Príncipe.
Depois que eu comecei a cagar solenemente para a finura das minhas pernas e para as dietas de engorda, elas ficaram mais proporcionais e eu engordei. A lot.


Cadê cintura?
É, meu povo, minha póva. Agora estou aqui, do outro lado da balança, como uma mulher levemente gordinha (ainda estou dentro da faixa "normal", com IMC - índice de massa corporal igual a 24).
Estou me consultando com um médico ortomolecular para encarar uma dietinha equilibrada - e muito tranquila de fazer, na verdade - para tentar me livrar da barriga que me acompanha fielmente.
Afinal, gentem, não se pode ter tudo nessa vida: ou bem você tem perna fina e nenhuma barriga, ou bem sua perna engrossa levemente e surge um alien grudado na sua pança.

(crédito da imagem para Reeducação Alimentar)

A pança, aliás, é atualmente meu motivo de angústia.
Essa merda dessa barriga infeliz não me deixa!
Então resolvi declarar guerra a ela: com dieta e exercícios aeróbicos pelo menos 3 vezes na semana por 40 minutos.

Mas minha memória é boa, e eu me lembro que mesmo quando eu era bem mais magra (1,64 m pesando 52 kg - é.) não rolava uma cintura por aqui.

Quando alguém mede meu quadril tem a surpresa da incrível medida de 105 cm, apesar de que meu quadril não é uma bandeja e eu não tenho os igualmente terríveis culotes. Toda a glória dos meus 105 cm são de bunda. Tudo pra trás.
Mesmo assim: nada de cintura.

A Katylene, toda vez que vê a Ke$ha, se pergunta por que aquela praga não compra uma cintura?
E eu passei a me perguntar: Por que eu não compro uma cintura?
E também: Como é que se "compra" uma cintura?

(crédito da imagem para Blog da Thamy)

Sorry, mas uma lipo está fora de consideração.
Primeiro porque mesmo minha odiada pança não é tão dramática assim que me faça me oferecer de bom grado para ser anestesiada, cortada, sugada, costurada e para ficar sofrendo no pós operatório.
Segundo porque lipo é coisa de mulher preguiçosa e sem força de vontade.
Se você fez lipo, tá na hora de botar a mão na consciência e reconhecer que você é preguiçosa e sem força de vontade. Sabe muito bem que com disciplina e paciência poderia conseguir um resultado melhor e mais saudável, que não só sua barriga ficaria show, mas o resto do seu corpo também. Mas você foi muito ansiosa para ver os resultados rapidamente e não queria se sujeitar a fazer sacrifícios. #MeuDesprezo
Preguiça e falta de força de vontade não são prejudiciais só para seu corpitcho não, viu? Toda a sua vida pode ser uma decepção atrás da outra enquanto você vestir o papel de vítima do destino, continuar auto-condescendente e não tomar as rédeas da situação. #FicaDica

Agora que já consegui o ódio de quem fez lipo, voltemos à grande questão: Como comprar uma cintura?

Aqui com meus botões, cheguei à conclusão que cintura não é só uma questão de magreza; há também a parte genética. Com isso quero dizer que o seu esqueleto é herdado da mistura genética feita por seus pais, e que se tornou você.

Minha vó paterna tinha cintura. Tinha um peito lindo que, com 60 anos ainda estava em pé! Acredite se quiser! Se não quiser, azar, porque era verdade - ela já morreu. Não tinha pernas grossas, mas tinha um quadril bem proporcional.
Já minha mãe tinha um peito medonho, caído, muxibento; pernas finas; um quadril marromenos; e nenhuma cintura. Tadinha da minha mãe, falando assim parece que ela era uma barangola, mas não era não. Na verdade ela era lindíssima, com olhos bem amendoados e um nariz perfeito; e sabia se vestir perfeitamente, destacando suas qualidades e disfarçando os defeitos. Arrasava corações - já morreu também.

Cá estou eu: posso me gabar dos meus peitos, porque são lindos! Bem em pé, como os da minha avó, mas maiores. Quadril eu puxei à família do meu pai. Nariz também: na loteria genética não consegui ficar com o lindo nariz perfeito da minha mãe e sim com o narigão calombento do meu pai (se bem que o meu nem é tão grande assim). Vocês já sabem das pernas finas. E, é claro, nada de cintura.

E se perder a pança, seja com a lipo (heresia!) ou com uma dieta equilibrada e exercícios físicos, não vai me ajudar a conseguir uma cintura, o que ajudaria?


Cintura pra dar e vender: Tight lacing
Sábado passado estava conversando com minhas amiguinhas em um xurras bacana. Estava na contenção, beliscando uma carninha e bebendo pouca cerveja - minha dietinha é tranquila. Nela estão incluídos os excessos do fim de semana, viu.
Essas duas amigas que conversavam comigo são efetivamente mais gordinhas do que eu, mas, as duas tem cintura. E, papo vai, papo vem, não sei como, esse assunto delicado (para mim, afinal sou tãaaaao sensível. #SQN) veio à pauta. E eu reclamei que não sabia como e se um dia na minha vida conseguiria uma cintura.
Então elas, em conjunto, responderam: "Deixa de ser, boba, garota! Claro que dá pra ter cintura!"

E elas me apresentaram ao site www.madamesher.com.br que vende corsets. Mas não qualquer corset; corsets para treino de tight lacing.

E que porra é tight lacing?
Tight lacing é a pratica de usar um corset por períodos consideravelmente longos durante o dia (mais de 6 h por dia, pelo menos) com a intenção de reduzir medidas e afinar a cintura.

Nosso corpo tem três tipos de costelas: 
  • as verdadeiras: são 7 e se ligam diretamente ao osso externo (esse do centro do peito);
  • as falsas: são 3 e se ligam ao externo através de cartilagens;
  • as flutuantes: são 2 e não se ligam ao externo.
Então a premissa do tight lacing é a de exercer pressão constante sobre as costelas inferiores afim de que elas se curvem, e, com o tempo, que elas permaneçam assim definitivamente.

(crédito da imagem para Il Mondo Del Record)

Vanessa Ramos, em texto do site Madame Sher, faz uma citação (sem fonte) que diz o seguinte:
"Um Corset pode reduzir a cintura aproximadamente 2% a cada semana, até que você alcance uma redução de 75% da cintura original após, mais ou menos, 3 meses de uso."
Cara, isso é simplesmente mágica!
Ou então papo furado.

Usando todos os conhecimentos engenherísticos que consegui na faculdade, vamos fazer os incríveis cálculos necessários para analisar a declaração acima, utilizando como exemplo minha vergonhosa cintura de 80 cm:
  • Então a cada semana, com o uso intenso e contínuo do corset, eu perderia 2% da medida com a qual iniciei a mesma semana. Ou seja, nominalmente, a cada semana o incremento de cintura perdida seria menor. O que faz todo sentido.
  • Em três meses de uso (considerando 2 meses de 4 semanas e 1 mês de 5 semanas) eu poderia chegar à cintura de 61,5 cm! UAU!!! Perder 18,5 cm de cintura é um milagre pra mim. E somente em 3 meses!!
  • Mas, a frase "até que você alcance redução de 75% da cintura original" de 80 cm quer dizer que você acabaria com uma cinturinha de 20 cm no final de 3 meses! Huahahahaha. Acho que nesse caso, o problema foi com a redação e a mensagem que a pessoa queria passar: o que ela quis dizer é você ficaria com um cintura final IGUAL a 75% da cintura inicial.
Uma cintura de 60 cm é muito fina! É um escândalo!
Não preciso chegar a tanto, mas uma redução de 15% (chegando aos 68 cm) pra mim já seria um sonho.

A mesma Vanessa Ramos, nesse mesmo texto, nesse mesmo site, colocou uma tabela com sua progressão diária. E, olha, vou te dizer, fiquei bem impressionada.

(crédito da imagem para Madame Sher)

Ela tinha uma cintura maior do que a minha e em 10 dias (que ela não conta se foram corridos ou não), perdeu - parece que - definitivamente 6 cm de cintura. O que corresponde a cerca de 7,5% da cintura original, mais do que a previsão de 2% por semana!

E a Vanessa ainda diz que em uma semana o corset pode e deve ser usado durante a noite, enquanto você dorme (só quero ver a reação do Príncipe quando vier me abraçar na cama e sentir aquele colete apertado na minha cintura! Hehehehe). Ela disse que já a partir do segundo dia ela se sentiu confortável o bastante para usar o corset por um período mais longo. Tanto que nos dois primeiros períodos ela ficou cerca de 8 h, e daí pra frente, pelo menos 20 h por dia.

Pirei o cabeção, né!

Se vocês forem procurar pela internet, tem corselet/corset (ainda não sei a diferença de um para o outro, mas ali embaixo vou me arriscar a dar uma palpitada - Update: agora já sei e explico lá embaixo) a rodo. E de todo preço. Tem site gringo que vende até por menos de U$ 20!
Mas não achei mais nenhum lugar que vendesse corset de treino. Corset com o objetivo de afinar a cintura e não só modelar na hora em que você estiver usando.
Mais do que isso, nem daria pra usar esses corseletes porque a maioria é decorado com rendas, e fitas e tecidos bacanas. Não são para você dormir ou usar por baixo da roupa.

E a diferença entre corset e corselete?
Não são só maneiras diferentes de chamar a mesma coisa: o corset (ou espartilho) e o corselete (ou corpete) tem grandes diferenças estruturais e de confecção. O corset molda o corpo através do uso de tecidos estruturados, barbatanas pré-curvadas - geralmente em aço, e possui uma boa rigidez total. O corselete é derivado do corset e não tem o poder de moldar o corpo, somente pode ajudar a evidenciar curvas que a pessoa já possua.
Li por aí (agora não vou saber a fonte) que o corselete "aconteceu" com o surgimento da moda massificada, de peças pré fabricadas e em tamanhos fixos. Como os genuínos corsets são fabricados sob medida para cada pessoa, eram - e continuam sendo - muito caros, surgiu essa opção. Então, somando a revolução industrial e as guerras, que precisavam de todo o metal disponível - inclusive o utilizado nos corsets, somando com a necessidade das mulheres trabalharem nas fábricas - daí não dava para ficar de corset o dia todo, com a produção em massa de roupas prêt-à-porter (prontas para levar), nasceu o corselete.

Geralmente os corseletes são enfeitados e mais pra causar do que para redução de cintura.
Esse site, o Tight Lacing Brasil tem inúmeras postagens que deixam bem claro a diferença entre corsets verdadeiros e essas bagaças Xing-Ling que são vendidas na internet.

Muitos sites de venda que encontrei chamavam de corseletes corretamente suas peças.
Por outro lado, mesmo os corsets mais decorados e lindos da Madame Sher eram chamados de "corset", porque são estruturados e têm a capacidade de moldar o corpo de quem usa.

(crédito da imagem para Tumblr)

Voltando ao tight lacing, conforme o site Madame Sher, a gente deve comprar um corset de treino com 10 cm a menos do que a nossa cintura. O objetivo é conseguir fechar o corset totalmente. Então, já estou me ligando que vou precisar de, no mínimo 2 corsets de treino para conseguir e manter uma cinturinha de pilão.

O bacana é que durante o uso, o corset vai apertar minha barriga, o que vai fazer minha postura melhorar. Outro benefício que eu desconfio que aconteça é o de diminuir o espaço no meu estômago, fazendo com que eu tenha de comer porções menores de comida e aumentar a frequência das refeições, o que é um hábito super saudável e super recomendado para quem deseja emagrecer (meu médico, inclusive, recomendou exatamente isso).

O ponto negativo do uso constante de um suporte que, de uma maneira ou de outra, suporta também a coluna, é que o músculos das costas e abdômen podem ficar preguiçosos. Mas aliar o uso do corset de treino com a prática de exercícios físicos, principalmente os abdominais, resolve e intensifica os resultados.

Na minha opinião, realizar o tight lacing só tem benefícios, tanto para minha beleza, quanto para minha saúde.

Exageradas
É claro que tem gente que exagera.
A mulher que tem a menor cintura do mundo, segundo o Livro Guinness dos Records em 2013, é uma extreme tight lacing. Cathie Jung (http://www.cathiejung.com/) tem 76 anos, 3 filhos e uma impressionante cintura de 38,1 cm! E olha que ela é casada com um cirurgião ortopédico (vai ver é por isso que ela está com quase 80 anos e ainda consegue andar!).

(crédito da imagem para Guinness World Records)

Ela pratica o tight lacing seriamente desde 1985, e há 5 anos (há cinco anos desde que a matéria foi publicada em seu site, que, como não tem data, não dá pra saber se são mais de 5) que ela usa o corset 24 h por dia.
(E o banho, hein, genti?)

Cathie diz que não dá pra fazer coisas normais, como dirigir, e nem todas as cadeiras são confortáveis. Também disse que não dá mais para ficar sem a sustentação do espartilho porque seus músculos não têm mais tônus para sustentar sua coluna.
Além de que tem gente que torce o nariz e que acha que ela parece ter saído de um "circo de horrores" (como disse esse cara aqui, que não assinou sua coluna http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=1573).

Apesar disso, outras pessoas estão no treino para disputar sua coroa, como a alemã Michele Koebke, que tinha uma cinturinha de 64 cm em 2010 e agora baixou para 54 cm. Ela também usa o corset 24 h por dia e tá louca para atingir a marca de 38 cm, 1 milímetro a menos do que Cathie.
Por conta de seu treino intenso, Michele sofre com constante falta de ar e dificuldade de ficar de pé sem o corset, além de ter de se alimentar com 10 minúsculas porções por dia por conta do tamanho reduzido do seu estômago.

(crédito da imagem para Trinikid)


Comprando uma cintura
Mas eu tô fora desses exageros!
Eu só quero uma cintura bacana e normal.

Pra isso fucei pra lá e pra cá o site da Madame Sher.
E, enquanto tem corset de origem duvidosa por menos de U$ 20 na internet, o mais baratinho da Madame Sher custa a bagatela de R$ 420.
Se eu vou pagar quase 500 contos para ter uma cintura? Mas é óbvio!

Tirei as medidas conforme instruções do site, e totalmente sem noção ou orientação, resolvi, da minha cabeça, pedir o fabuloso Elastique (veja se não é uma coisa linda! http://elastique.madamesher.com.br/).
Fazendo uma comparação entre minhas medidas e as do elastique, cheguei à conclusão de que pediria o Overbust (com sutiã) tamanho M, com bojo B.

Maaas, as medidas não estavam assim tão próximas das minhas: minha cintura é significativamente maior do que a do tamanho M. Então mandei um e-mail para o contato@madamesher.com.br para tirar minhas dúvidas. Afinal, são quase R$ 600 (com o frete) pra eu simplesmente deixar o corselet no armário Como o Elastique não proporciona perda de medidas, somente deixa a silhueta mais curva - e o efeito vai embora quando você tira a peça - é denominado "corselet" e não corset.

Dois dias depois, a Thays Rios da equipe Madame Sher respondeu ao meu e-mail.
Ela esclareceu que a linha Elastique é de cintas modeladoras que não fazem redução de medidas.
A redução de medidas só é possível através do tight lacing, que consegue moldar as costelas flutuantes. E que, para a prática do tight lacing, é aconselhável que se use uma peça underbust, ou seja, sem sutiã acoplado.
Se eu quero reduzir medidas, não é através do uso do Elastique que eu vou conseguir. Mas mesmo que eu opte pela compra do Elastique, o tamanho certo é o Underbust G, bojo A.
Ou seja, pedi tudo errado!

Antes mesmo de ela me responder, eu tinha aprofundado minhas pesquisas e descoberto que o Elastique não era o que eu precisava. Eu já tinha uma ideia de que o ideal seria usar um waist cincher, sem bojo.
E, me dei conta de que tinha realizado uma compra de quase R$ 600 sem ter pesquisado o suficiente. E se o Príncipe souber disso, ele tem um ataque de perereca.

Fiquei aliviada quando a Thays perguntou se eu não desejaria trocar os itens do pedido.
Eu aceitei na hora, é claro!
Depois da primeira pesquisa no site, vi que há algumas orientações a respeito do corset para prática do tight lacing:
  • Para começar a prática do tight lacing é mais indicado que a pessoa opte por um Waist Cincher vertical e curto da cintura para cima, que diminui ou quase não exerce pressão sobre os pulmões, facilitando a respiração; ou por um underbust clássico;
  • O melhor e mais confortável material para começar a prática do tight lacing seria a tela de algodão, que permite a respiração da pele e diminui a possibilidade de irritação;
  • Não se deve colocar o corset diretamente sobre a pele. Para isso se usa um tubo de algodão com elastano chamado Liner. O liner deve ser usado pelo avesso para não marcar a pele e evita que o suor entre em contato com seu corset, aumentando o tempo de vida útil e diminuindo a necessidade de lavagem;
  • Painéis diagonais são os mais indicados para quem tem manequim acima de 40 (o meu é 42) e quem tem barriguinha, porque senão as banhas apertadas vão sair pelas bordas do corset e eu só vou mudar a pança de lugar.
Com todas essas informações, eu descobri que precisava de um Waist Cincher curto da cintura para cima, feito em tela, com painéis diagonais em V, e também precisava de liners para usar por baixo, já que pretendo ficar bem mais de 8 h com o corset.

Mas você acha mesmo que tem um corset exatamente desse jeito lá no site?
Na-na-ni-na-não.

Então respondi à Thays que queria trocar sim o Elastique por um corset, mas que estava na dúvida entre:
  • o Tight Comfort Sarja Nude: é um waist cincher curto da cintura para cima, mas não tem painéis em V, nem é feito de tela;
  • o Tight Comfort Underbust de Tela: underbust que não é curto da cintura para cima, não tem painéis em V, mas é feito de tela;
  • o Tight Comfort Painéis em V: underbust que também não é curto da cintura para cima, nem é feito de tela, mas tem painéis em V;
  • e o Tight Comfort Vertical Sarja Bege com Protetor: que termina na mesma classe do waist cincher por ser mais curto em cima (só que o waist cincher tem uma formato de V invertido, enquanto esse tem corte horizontal), mas não ter painéis em V ou ser feito em tela.
O corset que eu achei que melhor poderia atender às minhas necessidades seria um tal de Tight Comfort Waist Cincher Tela, só que tem lá uma belíssima observação: "Apenas para cinturas até 74 cm".
Ora, pra eu conseguir poder usar essa belezinha, precisaria de pelo menos 1 mês de treino constante!

Atualmente estou aqui olhando meu e-mail a cada dez minutos, esperando a Thays me responder novamente e me orientar sobre qual corset eu devo comprar, afinal.
Tem um casamento felomenal de uma amiga maravilhosa em agosto e eu queria poder usar um vestido bacana, já com uma cintura alguns centímetros mais fina, e o diacho do corset vai levar uns 15 dias úteis para ficar pronto...
Ou seja, vou bailar com a cintura véia até conseguir minha cinturinha nova.

Mais capítulos assim que as novidades se apresentarem.
See ya!

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